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Por que eu gosto de você?

O amor, ah o amor! Um sentimento tão utilizado nos dias de hoje em obras de literatura, novelas, filmes, músicas, etc porém qual o verdadeiro significado do amor?

Fonte: internet

Ao pensarmos no amor, automaticamente nossa mente é guiada para os ramos da sexualidade, nossos pensamentos são inundados por corações, camas, beijos e paixões. É como se amor fosse sinônimo de sexo. Pensando mais profundamente sobre o assunto podemos nos questionar: Será que eu amo alguém de forma desinteressada? O tão proferido Amor seria simplesmente uma negociação de sentimentos? Assim como negociamos objetos, estaríamos de alguma forma colocando o amor na mesma cesta de negócio?
Como sempre, eu gostaria de lhe propor uma interação comigo que vai além da simples leitura. Gostaria de lhe propor ouvir uma música comigo enquanto você lê esse texto (se possível é claro, porém confie em mim, você irá adorar!).
Ao se falar de amor, ficamos talvez confusos sobre o que isso realmente significa,  existem quantos tipos de amor? O amor que eu sinto pelo meu parceiro (a) é o mesmo que sinto pelos meus pais? O mesmo amor que sinto pelos meus filhos é o mesmo que sinto pelo meu vizinho?

Fonte: internet

Ao nos questionarmos sobre essas tantas variações do amor, caímos inevitavelmente na questão do “Interessar Genuíno”. Em todas nossas relações existe um tom enrustido de interesse, seja o interesse pela satisfação sexual, o interesse pelo status social que aquela relação pode nos proporcionar, o interesse financeiro ou ainda o simples interesse em parecer bom diante do Outro.
Notamos que em cada relação que temos com o Outro, vem acompanhada de algum interesse e raramente conseguimos nos interessar genuinamente pelo Outro. Como é possível eu me interessar por alguém que não me proporcione qualquer benefício em retorno? Para saber se você se interessa por alguém genuinamente, pergunte a si mesmo se você se relacionaria com determinada pessoa se ela NÃO LHE OFERECESSE ABSOLUTAMENTE NADA EM RETORNO. NADA quer dizer NADA! Pergunte-se se sua relação com seu amigo gira em torno dele te fazer feliz ou por que você simplesmente aprecia a forma com que a Vida que se manifesta através dele.

 

Fonte: internet

Se interessar genuinamente por alguém é ter um olhar inaugural para o Outro e compreender que cada um é uma manifestação do Divino, ou vida, como preferir. É saber que nem todas as frutas têm o mesmo sabor, nem todas as flores o mesmo cheiro, mas ainda sim toda essa diversidade compõe a natureza. Olhar genuinamente para alguém é permitir que o outro se expresse da forma que e ele se sinta confortável, com o mínimo possível de nossa interferência.
Olhamos para o Outro como se usássemos óculos coloridos, não vemos o Outro como ele realmente é e sim como esperamos que ele seja. Ao dizer que amamos alguém, esperamos instintivamente ouvir em resposta “eu te amo também”, ao dizer “obrigado” esperamos um “de nada” ou ainda ao dizer “Eu gosto de você” esperamos ouvir “eu também”. Sempre que vemos o Outro já temos expectativas de como gostaríamos que a pessoa se comportasse, se isso não acontece, nos entristecemos e sofremos. Seja por um amor não correspondido ou por um movimento de ingratidão.

Fonte: internet

Tudo isso acontece devido ao nosso constante uso desses óculos colorido, onde o mundo inteiro precisa se encaixar no spectro de cores que nós queremos, as pessoas PRECISAM se comportar como eu desejo, senão me sinto contrariado. Nessa ânsia de expectativa de comportamento do Outro, deixamos cada vez mais de conhecer pessoas de forma genuinamente, pois não nos importa conhecer alguém como ela verdadeiramente é e sim como eu espero que ela seja.
Olhar para o Outro com Interesse Genuíno é permitir que o Outro seja como ele quer, deixando-o se expressar-se de forma absolutamente livre. Só assim podemos suspender nossos óculos coloridos e contemplar a existência alheia, respeitando-a em sua integridade.
Se vamos gostar dessa cor ou não, isso é outro papo, porém já lhe adianto: mais vale abaixarmos nossos óculos da expectativa e ver como Outro como ele é, do que viver uma vida de expectativa e frustações, esperando que o Outro se comporte como eu desejo. E pense comigo: Somos hoje mais de 7 bilhões de pessoas no mundo, 7 bilhões! Dentre essas 7 bilhões de cores, pelo menos 1% delas pode ser da cor que lhe agrada. Para isso basta olhar atentamente para o Outro e vê-lo sem interesse ou projeção. Tenha um olhar inaugural para o Outro, da mesma forma que uma criança olha curiosa para as coisas do mundo.

Fonte: internet

Uma das grandes vantagens desse Interesse Genuíno é que praticamos constantemente a tolerância, pois aprendemos a respeitar as diferenças. Não porque o outro é como eu quero (vendo-o através dos meus óculos coloridos) mas porque eu aprendo a ver o Outro da forma como ele realmente é, seja azul, vermelho, verde ou rosa. Aprendemos que a verdadeira tolerância nasce em incorporar em si o sentimento de diversidade, em saber que a Natureza é grandiosa e tem inúmeras formas de expressão e o mínimo que eu posso fazer é ter respeito por toda essa diversidade, pois jamais podemos esquecer que nós também somos um Outro aos olhos de outra pessoa.

Texto escrito por:


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Estressado, Eu? De jeito nenhum!

Que o estresse é nosso companheiro de longa data, isso todos já sabemos. Porém que o estresse é um companheiro de longa data e ladrão de experiências humanas, isso poucos sabem.
Junto com a tecnologia, crescimento rápido e capitalismo desacerbado, o homem contemporâneo sofre como jamais sofreu de estresse. Esse companheiro silencioso, invisível, mas que está constantemente em nossas vidas, nos acompanha desde o café da manhã, passando pelo dia de trabalho e se deita conosco à noite, a espreita, nos esperando pela manhã para o novo dia que se inicia, e lá estará ele, nos aguardando mais uma vez.
Para algumas profissões o estresse era considerado como algo produtivo, o Espírito Empreendedor Multitarefa Estressado era quase sinônimo de eficiência e dedicação profissional, entretanto, esse quadro vem mudando nos últimos anos, na medida em que essas “máquinas estressadas de trabalho” sofrem o “Burnout”, os tão temidos “esgotamentos agudos físico e mental”. Essas crises frequentemente veem acompanhadas por vários outros problemas.

Você já sofreu de: insônia, crises de pânico, distúrbios alimentares, hiperatividade, depressão ou ansiedade?

Se você respondeu “sim” para uma das alternativas, é hora de você encostar-se na cadeira, pegar um copo de chá, isso mesmo, chá, nada de café! Sente-se comigo e vamos refletir juntos sobre o papel do estresse e como ele roupa nossas experiências humanas.

Fonte: Mervin Bourne

De todos os lugares habitados no Planeta Terra, talvez o menos habitado de todos seja o Aqui e Agora. Vivemos constantemente em um futuro que nunca chega, ou habitamos eternamente um passado que jamais termina, em ambos os casos a falta de viver o presente, permite com que nossa vida seja guiada pelo Tempo Futuro ou Passado e não pelo Presente. Somos marionetes imaginando e projetando constantemente expectativas no futuro, como se pudéssemos planejar absolutamente tudo que se desenrolará em nossa vida. Evidentemente que uma vida sem planejamento, é uma vida incerta e isso pode nos acarretar problemas, ou talvez não… Talvez o segredo, o equilíbrio certo, entre uma vida toda planejada e uma vivida no futuro com a falta de planejamento total, seja o planejamento de coisas na medida em que elas vão se apresentando em nosso caminho. Por inúmeras vezes você fez planos ou temia algo que nunca chegou a acontecer efetivamente?

Esses planejamentos excessivos nos acarretam outro problema muito comum: a frustração.

Como lidar com a frustração nos dias atuais é uma das melhores formas de viver a vida plenamente e experimentar os sabores de cada experiência como ela verdadeiramente é. Mas deixemos a “Frustração” como tema de uma de nossas próximas conversas futuras.
Nossa capacidade de estar no Aqui e Agora, nos permite eliminar muitas das preocupações que circulam em nossa mente. Deixando de reviver o passado com intensidade, diminuímos problemas com depressão e melancolia. Acalmando as expectativas exageradas do futuro, trabalhamos diretamente com a ansiedade. Viver o aqui e agora é uma das tarefas mais difíceis que o homem contemporâneo pode fazer. O quão fácil é permitir que nossas mentes vá para vários lugares do mundo, à vários problemas, compromissos, trabalhos, etc porém estar Aqui e Agora é uma tarefa quase impossível.

Aqui e Agora, você mesmo pode fazer um pequeno exercício que o ajudará a aliviar o estresse do dia a dia. Vamos tentar?

Fonte: internet

Dê três inspirações mais profundas. Vamos lá, tente, não custa nada! Inspire por 3 vezes, isso….agora sinta a textura do papel, celular, mouse ou qualquer objeto próximo ao seus dedos…. Observe por alguns segundos as cores dessa página, as linhas, as imagens e o tamanho da tela do monitor…. inspire mais uma vez profundamente…sinta a temperatura ao seu redor e me diga: Quantos graus você acha que está agora?….traga sua atenção para os sons ao seu redor, me descreva 5 sons que você está ouvindo….traga sua atenção para a língua, qual o sabor que ela experimenta exatamente agora?… inspire profundamente e sinta o cheiro do ambiente onde você está. Consegue sentir quantos aromas?…. observe a posição do seu corpo agora, não se preocupe em alinhar a coluna em nada daquelas coisas muito difíceis, simplesmente observa a posição dos seus pés, coluna, braços e cabeça….se observe… inspire….expire…. me descreva 3 coisas agradáveis que você vê ai seu redor…..
Exercício terminado.
Viu como não foi tão difícil assim? Ao voltarmos nossa atenção para o Presente, o Estresse é drasticamente reduzido, pois as emergências do futuro e arrastamento do passado são balanceadas e cada um tem o seu devido peso e medida. Desta forma, o estresse não rouba nossas experiências do Presente. Não rouba nossas experiências importantíssimas com a família, amigos, cultura, cônjuge, religião, espiritualidade, natureza, etc. Nesses momentos ti-thoughtde viver o Presente, como fizemos agora pouco, nos possibilita nos surpreendermos em cada fração sensorial que nosso corpo experimenta no mundo, nos possibilita sermos seres conscientes e donos e nós mesmos.
Tenho certeza de que você nunca havia “experienciado” a revista dessa forma ou a forma como você lê esse está tendo esse diálogo mental comigo. Esses pequenos exercícios de estar no Presente, Aqui e Agora, permite que vivamos de forma mais plena, valorizando pessoas ao nosso redor, valorizando momentos de saúde, valorizando momentos de gentileza humana ou ainda valorizando a simples e pura experiência de se sentir Ser Humano.
É assim, respeitando e aprendendo com o Passado, planejando com gentileza e flexibilidade, o Futuro, que podemos viver plenamente no Presente e reduzir o estresse da nossa vida tão fugaz.

 


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O Yoga como Terapia Alternativa

A história da psicologia até tempos atrás foi construída a partir da doença mental, ou seja, todas as intervenções para fenômenos psicológicos eram desenvolvidos por um olhar patológico. Porém, atualmente a psicologia está cada vez mais se empenhando em buscar maneiras e ferramentas que auxiliem no bem estar e qualidade de vida das pessoas.
Em nenhum momento da história da humanidade a busca pela integração corpo e mente se fez tão presente, como mostrado, em escala mundial, a avalanche de literatura sobre alternativas terapêuticas, buscando proporcionar melhor qualidade de vida.
A psicologia se depara com diversos tipos de sofrimentos humanos. Atualmente a maioria dos tratamentos para esses sofrimentos envolvem intervenções psicológicas e de fármacos, entretanto a ideia é de que as pessoas consigam utilizar  menos dessas ferramentas e possam ter maior autonomia e individualização de conduta.  Nesse sentido, existe uma necessidade emergente de estratégias confiáveis para essa autonomia. O yoga pode ser considerado uma terapia complementar ou um método alternativo para tratamento de alguns desses sofrimentos.
Um problema recorrente que a psicologia se depara na contemporaneidade é o excessivo estresse vivido pelas pessoas.  O mundo atual demanda uma dinâmica de vida que contribui para esse estado emocional. Alguns estudos examinaram os efeitos do yoga na ansiedade e apontaram que tal intervenção diminui consideravelmente os níveis de ansiedade e estresse. Além disso, quando o yoga é trabalhado juntamente com outras intervenções como o relaxamento, produz-se uma redução na ansiedade. Somente o yoga é capaz de melhorar significativamente diferentes domínios do estado de saúde, como a saúde mental e a função do papel emocional. Os efeitos do yoga sobre a ansiedade ocorrer devido a uma resposta de relaxamento, uma redução generalizada na excitação somática produzida por uma atividade alterada no sistema autônomo.

Fonte: iStock

“Os efeitos do yoga sobre a ansiedade ocorrer devido a uma resposta de relaxamento, uma redução generalizada na excitação somática produzida por uma atividade alterada no sistema autônomo.” Mayra Viana

Para tanto, o yoga pode ser uma intervenção bem-sucedida e com boa relação custo-benefício no tratamento dos fenômenos que a própria psicologia se depara, especialmente quando utilizado de maneira complementar, ou seja, podendo ser utilizada sozinha ou incorporada à psicoterapias tradicionais, trazendo benefícios emocionais, psicológicos e comportamentais para os pacientes.

Créditos: Lucianafariafotografia

Mayra Viana Vieira de Carvalho
Psicóloga CRP 04-46194
Email: mayraviana.v@gmail.com

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